1 de março de 2016


cultivar regras em prol do bem num espaço efetivamente econômico parece ser o peso necessário para mistificar a simplicidade da vida, pois o bem é seletivo e criterioso, calculista, cheio de condições e termos para funcionar; o bem na sociedade contemporânea faliu, pois se traduz praticamente em máquina formalizadora, burocrática e reguladora, manutenida por técnicos bem-pagos, prontamente preparados para corrigir o mal e mascará-lo com boas intenções

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